NOVOS MESTRES MAÇONS ENRIQUECEM A MARTIN LUTHER KING

Dia 19 de novembro de 2017, a Augusta, Respeitável e Benemérita Loja Maçônica “Martin Luther King” nº 63, realizou Sessão Magna de Exaltação, em uma cerimônia de muita alegria.

Os Irmãos Álvaro Luiz da Costa Ferreira Real, Leandro da Costa Marques e Ricardo Portella de Aguiar atingiram a plenitude maçônica e são os mais novos Mestres Maçons da “Martin Luther King”. Três excelentes Irmãos que, numa manifestação uníssona de todos os Obreiros, muito orgulha nossa Loja por tê-los Iniciados na nossa Ordem, como exemplos de total dedicação e compromisso.

A reunião foi presidida pelo Venerável Mestre Darci Bueno e contou com as ilustres presenças do Irmão 1Grande Vigilante, Joel Jorge Correia do Espírito Santo, representando nosso Sereníssimo Grão-Mestre Paulo Roberto Ribeiro Lemgruber; Assessor do Distrito I – Capital, Irmão MI Lauro dos Santos Barros; Irmão MI Luis Alves da Silva Filho, da Loja “Fenix” no 1884; Irmão e Sobrinho MM Maurício de Barros Nunes Real, da Loja “Unificada e Plena” no 245, do Oriente de Lagoa Santa, Minas Gerais; Irmão e filho da Loja, MM Júlio Queiroz de Araújo Filho, da Loja “Floriano Peixoto” no 39; e o Irmão Aércio Lima de Sá Ferreira, Síndico do nosso Condomínio, “Philantropia e Ordem 13” no 71..

Apreciem as palavras do nosso novo Mestre Maçom, Ricardo Portella de Aguiar:

 “Começo este breve discurso revelando o quão difícil foi ficar calado por dois anos em Loja. Explico: por força de profissão, no mundo profano, faço uso da palavra como ferramenta de trabalho. Falo o tempo todo; falar sintetiza a essência do que sou. Sei que esta revelação pode soar como um lamento, mas não é. De fato, o exercício do silêncio, embora penoso para mim durante o tempo em que fui Aprendiz e posteriormente Companheiro, foi, com toda certeza, o período de maior aprendizado que tive na minha vida adulta. O silêncio imposto, na verdade é uma benção no que diz respeito ao aprendizado maçônico. Nesta perspectiva, impedido de falar, em silêncio, mergulhado em minhas lucubrações, muitas vezes impertinentes, pelo pouco conhecimento que tenho da Maçonaria, pude exercitar minha percepção e focar apenas na análise dos acontecimentos em Loja; pude refinar o meu processo de síntese; pude formar e reformar conceitos, sem o perigo da palavra inconveniente e da opinião abrupta e despropositada. Aqui fica evidenciada a propriedade da máxima: “Acerca daquilo que não se pode falar, tem que se ficar em silêncio.” Aprendi, em silêncio, que do ponto de vista maçônico, a simples posse do conhecimento não constitui o principal pilar do homem, que busca incansavelmente a verdade, pois a fé e a verdade são ligeiras, e para persegui-las e alcançá-las precisamos ter perseverança. E perseverança é o que se precisa para ficar dois anos calado. Para refletir sobre o que presenciei nas sessões da Loja, precisei comparar, e foi desta comparação, da observação silenciosa da pluralidade das opiniões, do comportamento, das atitudes e até mesmo das discordâncias entre os Irmãos, que me aproximei um pouco, apenas um pouco, da sabedoria: um fruto da consciência e do conhecimento que adquiri de mim mesmo. Agradeço mais uma vez aos Irmãos, aos calmos, aos agitados, aos que falam muito, aos que falam pouco, aos que orientam verbalmente, aos que dão o exemplo com atitudes, aos Irmãos gêmeos, ao meu padrinho, aos Veneráveis de minha jornada, aos Vigilantes, aos Mestres de Harmonia, enfim, a todos os Irmãos e ao Grande Arquiteto do Universo, por estarem sempre ao meu lado, trazendo-me até aqui e agora. Rogo para que eu tenha a paciência e a perseverança necessárias para vencer minhas paixões, submeter minha vontade e estreitar os laços que nos unem como verdadeiros Irmãos, alcançando assim a glória de me tornar, livre de qualquer obstinação, um verdadeiro Maçom”.
Após a realização da Sessão, os Irmãos se reuniram em um restaurante para participarem conjuntamente de um Ágape, sempre de forma ordeira disciplinada e fraterna, porém, sem as mesmas formalidades ritualísticas praticadas no Templo. O encontro foi realizado em um momento harmônico, saudável e feliz.
 Na verdade, o Ágape é um Ato de Congraçamento, porque a refeição compartilhada sempre representa a perfeita união, a paz e a harmonia que ali é mister que se faça presente.
Não importa que o Ágape se realize num local pomposo, ricamente adornado por móveis luxuosos e finas pratarias; importa sim, – o espírito aberto ao conhecimento mútuo, mais abrangente de todos os Irmãos ali presentes, onde prevaleça na irmandade reunida, o propósito do entrosamento fraterno e amorável entre todos.
Todo o Maçom aprende o valor incomparável da Tolerância, aprende que, – aquele que tem mais idade maçônica, tem compromissos muito sérios, pois ele é sempre observado, notado como o Mestre que vai transmitir conhecimentos, experiências e exemplos dignificantes.

Então, façamos do momento do Ágape, um momento harmônico, saudável, feliz!

Fonte: https://martinlutherking63.mvu.com.br/site/novos-mestres-macons-enriquecem-a-mlk/3sopjrYD0mo-3/atr.aspx


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